domingo, 1 de abril de 2012

Palavras de um alienado que não quer admitir isso

é muito difícil quando estamos perdidos em uma estrada onde só enxergamos a neblina de uma noite bem fria.Tão difícil quanto escrever um livro para nascidos cegos,tendo que descrever como é cada coisa a partir de sensações.E acredite comecei isso com uma letra minuscula propositalmente,não encontrei motivo para não começar,muito pelo contrario,eu tinha todos motivos para começar,o primeiro e único que vale a pena ser falado se trata de um padrão pré-estabelecido,porque não quebrar esta formalidade?esta simples regra gramatical,que demonstra o quanto a linguá portuguesa é complexa e perfeita,tão perfeita quanto um circulo,limitada ou não?já não sei a resposta mais sensata,porque não consigo ver uma exatidão para isso.Aristóteles acreditava em um deus perfeito,e sim,esse deus era o circulo,o circulo que rege todo o universo,mas será que estamos limitados a um único universo?ou estamos em um complexo bidimensional com outra forma de existência similar a nossa?
Da mesma forma que uma critica rebelde a uma regra gramatical pode se transformar em uma discussão religiosa com fundamentos filosóficos,porque não acreditar que podemos nos destacar entre um grupo de sete bilhões de seres humanos?resposta bem simples,porque da mesma forma que você pode pensar assim,os outros sete bilhões também podem,e se um texto desse aumenta a sua autoestima,ele também pode aumentar a de todos os outros,basta todos lerem.Mas a partir desse ponto já estou sendo egoísta,porque se sete bilhões de pessoas lerem isto,eu estarei rico,e não to aqui para reclamar minhas finanças,mas estou aqui para fazer com que você fique entretido por alguns instantes,aliás,se você esta lendo é por que tem muita consideração por mim,ou é porque esta muito entediado com sua própria existência,prefiro acreditar na segunda opção,então se coloque em um ponto novo,comece a pensar o porque de tudo isso,de você estar lendo isso,o porque de você estar estudando,trabalhando ou fazendo o que for da sua vida.
Eu sei,eu realmente sei,é bem difícil aceitar essa realidade,somos apenas brinquedinhos feitos para viver ganhar uma taxa,garantir a progressão de sua linha genética e depois morrer.
Então porque você não levanta sua bunda dessa cadeira,e não pede demissão?tente fazer algo novo,algo fora dos padrões,estude uma contracultura,aprenda a tocar um instrumento musical,e vá a um bar que tenha karaoquê e mostre o quanto você pode cantar mal sem se incomodar com o pensamento alheio,mesmo quando você pensa que sabe o que eles estão pensando.
Pois é não vou prolongar essa conclusão para um texto que não teve introdução,não se trata da minha vontade,mas sim da minha capacidade,é bem simples,esta tarde e estou cansado e provavelmente isto vai ficar cada vez menos produtivo,então,obrigado pela audiência e boa noite.


Obs.:Não sou responsável por casos de suicídio,só sou responsável por ataques de risos.


                                                                                           Por: João Matheus Savi

sexta-feira, 30 de março de 2012

Congratulations Eric!

Vida longa ao mestre!

                                                                 
                                                                  Eric Patrick Clapton

quarta-feira, 28 de março de 2012

Aos estudantes de Intercâmbio que temem o seu regresso

Estou dando receitas para uma sociedade pequena.Tão pequena que não pode nem se dar ao charme de nos surpreender.Posso idealizar lugares melhores ou piores,mas decidi que só vou idealizar ocasiões mais ou menos propicias.
Não julgo eles,porque agora sei que são iguais as pessoas do lugar de onde venho.Com alguns hábitos diferentes,mas por esses hábitos nos tornamos mais próximos,por esses hábitos eu posso entender quem sou,e entre tudo e todos existem aqueles que se destacam,aqueles não melhores,mas um pouco mais loucos,loucos por aceitar tal condição de sair de seu conforto para encarar essa piada mal contada,essa vida mal traduzida,essa condição de estudante de intercâmbio!
E assim vamos progredindo,querendo mais,programando conhecer o mundo,idiomas,e o próprio calor humano.Mas se descansarmos por um momento e pensarmos um pouco,descobrimos que já sabemos de tudo isso,que é uma ideia inata,e que só estamos tomando a prova,tomando a certeza.
E no fim de tudo só queremos uma qualificação para um bom emprego,para que possamos constituir nossas vidas monótonas,já planejadas antes mesmo de nascermos,e fazemos exatamente tudo isso para não sermos tachados,tachados de inúteis.
E no fim vamos dizer que não falhamos,mas que também não fizemos nada.
Pois essa é a condição em que fomos colocados,e que por hora não posso crer que vai mudar.

Por: João Matheus Savi