"A missão suprema do homem é saber o que precisa para ser homem." Immanuel Kant
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Strade
Acordo já tarde com meus compromissos atrasados,
mas não me assusto,
só me sinto culpado por me julgarem tão pouco,
talvez meu dever seja diferente,um tanto
branco ou esclarecedor,
já não sei mais sobre o que escrever,me sinto intimado.
Tão intimado que já perdi a audiência que não cheguei a ter,
e com algumas horas,já fui influenciado,
influenciado por um filme,um filme com propósitos ruins,
ruins talvez para outros,
mas não culpo o tema do filme,
Eu culpo a mim mesmo,por me deixar influenciar por um filme,
quando tenho a mesma história em velhas paginas de um livro de capa fraca.
Mas sei também que não estou lendo o suficiente,
talvez seja a nova rotina,ou essa nova rotina
deve ser esse talvez.
Ando perdido,perdido em lugares não aceitáveis,minto e reformulo,
perdido em lugares que eles consideram não aceitáveis,
mas sei também que de tudo é possível tirar um bom proveito,
e sei que não é tão bom ser criado em um quarto com uma parede azul
e um vídeo-game a disposição.
E é na rua que vemos o que nós acreditamos não querer ver,
e não aceitamos que isso é uma mentira.
Mentiras são toleráveis para a maioria,porque a maioria quer criar sua própria mentira,
sabendo que o maior problema que podem enfrentar é apenas a denuncia contornável daquele homem sincero.
Então novamente me lembro do talvez,o mesmo talvez que me colocou nessa estrada,
e o talvez que cria mais mentiras para mim mesmo.
O talvez sem nenhuma exatidão,o talvez que cria um problema,o problema que estou vivendo,e que estará ao meu lado por um bom tempo.
mas não me assusto,
só me sinto culpado por me julgarem tão pouco,
talvez meu dever seja diferente,um tanto
branco ou esclarecedor,
já não sei mais sobre o que escrever,me sinto intimado.
Tão intimado que já perdi a audiência que não cheguei a ter,
e com algumas horas,já fui influenciado,
influenciado por um filme,um filme com propósitos ruins,
ruins talvez para outros,
mas não culpo o tema do filme,
Eu culpo a mim mesmo,por me deixar influenciar por um filme,
quando tenho a mesma história em velhas paginas de um livro de capa fraca.
Mas sei também que não estou lendo o suficiente,
talvez seja a nova rotina,ou essa nova rotina
deve ser esse talvez.
Ando perdido,perdido em lugares não aceitáveis,minto e reformulo,
perdido em lugares que eles consideram não aceitáveis,
mas sei também que de tudo é possível tirar um bom proveito,
e sei que não é tão bom ser criado em um quarto com uma parede azul
e um vídeo-game a disposição.
E é na rua que vemos o que nós acreditamos não querer ver,
e não aceitamos que isso é uma mentira.
Mentiras são toleráveis para a maioria,porque a maioria quer criar sua própria mentira,
sabendo que o maior problema que podem enfrentar é apenas a denuncia contornável daquele homem sincero.
Então novamente me lembro do talvez,o mesmo talvez que me colocou nessa estrada,
e o talvez que cria mais mentiras para mim mesmo.
O talvez sem nenhuma exatidão,o talvez que cria um problema,o problema que estou vivendo,e que estará ao meu lado por um bom tempo.
domingo, 15 de janeiro de 2012
E tem coisa melhor do que você saber como se chama aquele remédio?
Pelo menos agora eu sei que posso dormir mais tranquilo.Pois o mal que me atormentava vivia apenas na minha cabeça.
sábado, 14 de janeiro de 2012
Dias difíceis
Só espero que seja dito tudo antes da chuva passar!
Porque hoje,já não vale tanto assim a verdade sob a luz do sol.
Porque hoje,já não vale tanto assim a verdade sob a luz do sol.
domingo, 8 de janeiro de 2012
O dia da culpa
O local é escuro,perto de uma garrafa de vodka barata,sem um sentimento bom se quer se manifestando,e os outros provenientes da fumaça e da poluição sonora.
E de um lugar ruim,vou para outro pior,não sei muito,mas sei que já não se pode definir qual é meu estilo literário,podemos apenas dizer que escrevo,escrevo,escrevo,escrevo,até não saber mais que horas são,e novamente de um lugar ruim vou para outro pior,tropeçando em buracos,buracos que não vejo,buracos que desencadeiam em várias coisas,alguns em bitucas de cigarros e cervejas,e outros em festas cheias de drogas,mas não me incomodo com isso,só me incomodo com meus próprios sentimentos,pois são eles que querem me matar.Então diante de tudo,penso em parar de tropeçar em buracos,mas não sou eu quem controlo minhas pernas,mas quando eu tiver uma brecha e conseguir sair,vou pular com meu para-quedas sem exitar.
E quando eu conseguir me libertar de tudo isso,vou descer aquela velha escada de novo,passar pelo local escuro,perto da garrafa de vodka barata,para tentar te levar comigo,mas não se iluda,talvez eu possa demorar um pouco.E se você mudar de ideia,não tenha pena de mim,vou me conformar com todas as possíveis decisões.
João Matheus Savi
E de um lugar ruim,vou para outro pior,não sei muito,mas sei que já não se pode definir qual é meu estilo literário,podemos apenas dizer que escrevo,escrevo,escrevo,escrevo,até não saber mais que horas são,e novamente de um lugar ruim vou para outro pior,tropeçando em buracos,buracos que não vejo,buracos que desencadeiam em várias coisas,alguns em bitucas de cigarros e cervejas,e outros em festas cheias de drogas,mas não me incomodo com isso,só me incomodo com meus próprios sentimentos,pois são eles que querem me matar.Então diante de tudo,penso em parar de tropeçar em buracos,mas não sou eu quem controlo minhas pernas,mas quando eu tiver uma brecha e conseguir sair,vou pular com meu para-quedas sem exitar.
E quando eu conseguir me libertar de tudo isso,vou descer aquela velha escada de novo,passar pelo local escuro,perto da garrafa de vodka barata,para tentar te levar comigo,mas não se iluda,talvez eu possa demorar um pouco.E se você mudar de ideia,não tenha pena de mim,vou me conformar com todas as possíveis decisões.
João Matheus Savi
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